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O Ministério Público de Santa Cruz do Sul (MP) instaurou investigação específica a respeito do problema do mau cheiro/odor/coloração da água nos últimos dias.
Segundo informou o Promotor de Defesa Comunitária, Érico Barin, na semana passada, quando o problema apareceu pela primeira vez, foi feito contato com a representação local da Corsan/Aegea, que assegurou a solução do problema, provocado, segundo a empresa, pela proliferação de algas no Lago Dourado.
No entanto, pelos relatos na Câmara de Vereadores, hoje à tarde, 18, o problema não apenas persiste, como teria agravado nos últimos dias. Então, foram feitos novos contatos, agora também com a diretoria estadual da Corsan/Aegea, cobrando a imediata solução e medidas que previnam a repetição do problema, tendo sido instaurada investigação específica a respeito.
Na resposta de hoje, foi repetido que o problema provém de algas, mas podem estar ocorrendo outras fontes. Foi afirmada, também, a potabilidade da água.
Conforme informou o Promotor de justiça, não havendo a solução imediata do problema, o MP deverá ajuizar ação civil pública contra a Corsan, postulando ao Judiciário a fixação de obrigações de resolver o problema e evitar sua repetição, além de condenação ao pagamento de indenização (multa) por eventuais danos à população.
Confira a nota da Corsan:
Em virtude das altas temperaturas dos últimos dias, a Corsan observou em seus processos de análises diárias da água um aumento atípico da proliferação de algas nos pontos de captação de água em Santa Cruz do Sul. A Companhia informa que já ajustou os processos de tratamento da água e a sua qualidade está garantida. A coloração e cheiro na água devem estar normalizados nos próximos dias. A Corsan esclarece que não há risco no consumo para a população.
Somente depois de todos os procedimentos de purificação e controle de qualidade, com mais de 500 testes diários de amostras feitas em Santa Cruz do Sul, é que a água sai da estação de tratamento e daí para os reservatórios, onde é armazenada para ser enviada aos clientes.
A Corsan esclarece que a água captada em rios, arroios ou barragens, para abastecer a população, passa por rigoroso tratamento antes de ser distribuída para consumo.
As amostras passam pelo Laboratório Central de Águas, localizado em Porto Alegre e que atende os 317 municípios do Rio Grande do Sul abastecidos pela Corsan. São monitorados cerca de 100 parâmetros exigidos pelas portarias de Potabilidade do Ministério da Saúde e de Agrotóxicos da Secretaria Estadual de Saúde. Desta forma, a água chega às torneiras sem risco da permanência de algum elemento que possa ocasionar doenças.
A Companhia possui competência técnica reconhecida pela certificação ISO 17.025, do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Isso representa a garantia da qualidade da água oferecida.
A Corsan ressalta que está permanentemente à disposição em seus canais de relacionamento com os clientes e recomenda que a população utilize esses meios de contato com a Companhia para solicitações, pedidos de informação ou para fazer comunicados. Isso agiliza a tomada de providências e a mobilização das equipes de serviço.
Por: Josemar Santos
Escrito por www.portalradiosantacruz.com.br
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